O IADE foi a instituição que Gonçalo escolheu para “desenhar” o seu futuro.

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"O mestrado está alinhado com a realidade, procura exprimir uma visão realista nos vários sentidos, unidades curriculares que contribuem para o desenvolvimento dos projetos realizados e orientado por docentes que demonstram um prazer e um orgulho enorme em partilhar os seus conhecimentos"

2 fevereiro 2023

#IamIADE

Porquê o IADE?

A minha entrada no IADE, deu-se por influência de outros professores, durante a minha passagem pelo curso profissional de design, e que me deram a conhecer o IADE tanto pela qualidade de ensino/docentes, como também pelos seus trajetos na instituição. E a partir daí, foi entender a sua essência, a constituição da família que muito se falava, e que ainda se fala, e diante os vários fatores o IADE acabou por ser a instituição que escolhi para “desenhar” o meu futuro.

Em que momento é que percebeste que criar faz parte de ti?

Na verdade, olhando hoje para trás começou desde muito pequeno. Na altura não pensava dessa forma de “criar”… apenas fazia o que me vinha à cabeça. Mas no fundo a essência já provinha dessa altura. E sempre me deparei com um certo prazer em “criar”, nas mais diversas maneiras que podemos imaginar, ou seja, fosse em desenhar, pintar, trabalhos manuais, brincadeiras, sobre os próprios brinquedos, etc. Acho que na realidade era não criar fronteiras na imaginação. Em tudo, sempre procurava e procuro acrescentar mais valor, fosse em atribuir novas caraterísticas, fazer uma nova narrativa, alterar alguma coisa, etc. Era como se fosse um ciclo sem fim. E tenho muitas lembranças dentro deste estilo e na verdade nada mais era o questionamento e a experimentação sobre o preconcebido das situações/objetos/coisas…. Porque é que as coisas tinham de ser assim e não podiam também ser assado.

Qual dos projetos que realizaste no IADE te marcou mais?

Foram muitos os projetos já realizados, de diferentes unidades curriculares, uns em grupo outros individual…. E então na verdade acho que a resposta não se atribui a um único projeto, mas sim a todos. Isto porque, todos tiveram impacto tenham corrido ou mal, tenha mais ou menos orgulho do resultado, tenham sido mais ou menos desafiadores… a verdade é que fizeram parte do meu crescimento e o mais importante que me marca é a evolução notória entre todos eles e a aprendizagem que pude retrair de cada um dos projetos.

Ser criativo é…

Esta é sempre daquelas perguntas… que se fica um minuto de silêncio a pensar qual a melhor resposta. Mas em reposta, para mim ser criativo é não impor restrições na imaginação, pois a criatividade dá-se pela imaginação e a imaginação é forma como questionamos o mundo. Ou seja, é um pouco como falava anteriormente, é saber questionar as coisas que nos são preconcebidas. No fundo é entender esses ditos “padrões” e ao mesmo tempo é libertarmo-nos dos mesmos, pois assim deixamo-nos conduzir pela imaginação.

Conta-nos uma experiência da tua vida académica que te tenha marcado especialmente.

É uma “experiência”, mas que no fundo tem vindo a marcar todo este processo até ao momento. A dita experiência em resposta à pergunta, traduz-se sobre o questionamento de briefings, conselhos, visões… que os professores iam referindo durante as aulas sobre os projetos que ia fazendo, ou seja, assumia as coisas de forma um pouco mais à minha maneira, mas sempre com uma justificação plausível. No fundo, não estou a dizer com isto que simplesmente era do contra só para chatear. Não é isso! Este questionamento de que falo, dava-se simplesmente sobre a capacidade argumentativa sobre determinados assuntos e projetos, uma vez que também já possuía alguma base apreendida e porque ao mesmo tempo era como falava, de não olhar para preconcebidos. E na verdade isso fazia-me assumir de forma mais integra sobre o que estava a fazer. Porém, nesta dita “experiência” tenho-me vindo a dar bem, felizmente, e as pessoas que me foram acompanhando, ou seja, que fui questionando, entenderam que realmente fazia sentido e o resultado foi ficando à vista. E então esta tem vindo a ser uma experiência marcante, tanto pela positiva como pela menos positiva, isto porque até o processo ser finalizado mediante a situação obriga-nos a assumir uma determinada responsabilidade, mas que também tem me ajudado a acrescentar muito mais valor em mim.

Como imaginas o teu futuro?

Imagino-me certamente mais velho! Mas fora de brincadeiras. Falar de futuro é falar de incerteza…. E acima de tudo para mim o mais importante é mesmo viver o presente como deve ser, pois só o mesmo definirá o futuro a curto e longo prazo. Porém, acho que estou a ir num bom caminho… não tem como saber… mas pelo menos ao longo deste percurso, sinto-me satisfeito com as visões e decisões que tenho tomado. Acho que pelo menos já é um princípio. • Descreve-te em 3 palavras. Se me for permitido, descrever-me-ei numa frase curta de 6 palavras, que uma vez um professor, respetivamente do IADE, escreveu-me e acho que se resume exatamente na minha pessoa “pés no presente, olhos no futuro”.

Destaca as grandes mais valias do curso que estás a realizar no IADE e como achas que poderá influenciar o teu percurso profissional?

Ora nesta fase em que escrevo este testemunho, realizo o mestrado em Design e Publicidade, e considero genuinamente ter sido uma decisão muito acertada. Focandome mais aqui no curso, aquilo que posso realmente referir é que o mesmo está alinhado de forma muito madura com a realidade, procura exprimir uma visão realista nos vários sentidos, unidades curriculares que visam exatamente uma contribuição para os projetos realizados e orientado por docentes de demonstram um prazer e orgulho enorme em partilhar os seus conhecimentos. A decisão por este curso de mestrado teve um lado mais estratégico, de aprimorar e reter mais informação dentro da publicidade, como o marketing, e com a possibilidade de abrir mais o espetro de decisões para o meu futuro. Ou seja, o meu objetivo aqui foi abrir mais os meus horizontes.

Partilha connosco 3 desejos da tua Bucket List.

Então… acho que o primeiro não é bem um desejo palpável, mas é algo que procuro realizar sempre. Que se descreve em apreender e aprimorar. São duas palavras que no fundo resumem-se em crescimento continuo. O segundo e terceiro desejo, são ideias ainda com pouca maturidade, ou seja, tratava-se de poder ter um papel ainda que significativo naquilo que era a educação escolar, um dos focos era estimular e auxiliar aquilo que serão as decisões futuras diante dos sonhos que querem realizar/tenham. É encontrarem a sua “arte” aquilo que gostam de fazer e partilhar uma perspetiva que permita a decisão ser mais natural e real. Ao invés de o terem de fazer sozinhos e entregues à sorte. E o último, viria a criação de uma empresa que reunisse um ecossistema de várias áreas de design. É um contexto meio pessoal, que me viria a possibilidade de reunir algumas das áreas que aprecio num único ecossistema, e que ao mesmo tempo também acredito que teria uma boa resposta no mercado, pois este ecossistema teria em vista as respostas necessárias para a complexidade de diferentes projetos, etc

Podes solicitar mais informações sobre o Mestrado em Design e Publicidade aqui.

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