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O que é o Erasmus+ e porque pode ser ainda mais transformador se estás numa área criativa

9 junho 2026

O Erasmus+ é o programa de mobilidade da União Europeia que permite a estudantes do Ensino Superior estudar ou realizar estágios noutro país, com apoio financeiro e reconhecimento académico das atividades realizadas.

Os participantes podem frequentar uma universidade parceira ou realizar um estágio internacional durante um período que varia normalmente entre 2 e 12 meses, mantendo a ligação à instituição de origem. 

Criado em 1987, o programa já envolveu milhões de estudantes europeus e continua a ser uma das principais iniciativas de internacionalização do Ensino Superior.  

Em Portugal, o Erasmus é hoje uma realidade crescente: mais de 72.000 pessoas chegaram ao país em mobilidade Erasmus+ em 2024, o que levou o Governo a definir como meta triplicar o número de estudantes portugueses no estrangeiro até 2027. 

Neste guia explicamos o que é o Erasmus+, como funciona a candidatura, quais os requisitos, os valores das bolsas e os benefícios académicos e profissionais da mobilidade internacional. 

O que é o Erasmus+?

O Erasmus é um programa de mobilidade da UE dedicado às educação, formação e juventude, assim como ao desporto. É o acrónimo de «European Region Action Scheme for the Mobility of University Students» e presta homenagem a Erasmo de Roterdão (c. 1466-1536), humanista que viajou pela Europa em busca de conhecimento numa altura em que tal exigia uma coragem considerável. 

O programa foi formalmente adotado pelo Conselho Europeu a 15 de junho de 1987 e, nas suas primeiras décadas, funcionou de forma relativamente simples: consistia em passar um semestre numa universidade parceira, com bolsa mensal e garantia de reconhecimento académico. Com o tempo, foi-se tornando mais abrangente e ambicioso. 

Em 2014, nasceu o atual Erasmus+, que agrega num único programa todas as ações de mobilidade: estudos, estágios, juventude, formação profissional e desporto. 

O ciclo 2021-2027, atualmente em vigor, conta com um orçamento global de 26,2 mil milhões de euros (um aumento de cerca de 78% face ao ciclo anterior) e assenta em três eixos estratégicos: inclusão e diversidade, transição digital e transição verde. 

Em julho de 2025, a Comissão Europeia (CE) propôs formalmente um orçamento de 40,8 mil milhões de euros para o ciclo Erasmus+ 2028-2034, o que representaria um aumento de cerca de 50% face ao atual. Desde a sua criação, o programa já chegou a mais de 16 milhões de participantes em toda a Europa. 

Como funciona o Erasmus+ para estudantes?

Existem três modalidades principais de mobilidade Erasmus+ para estudantes: 

  1. Mobilidade para estudos (SMS).  
  2. Mobilidade para estágio (SMP). 
  3. Mobilidade mista de curta duração (Blended Intensive Programmes). 

O Erasmus+ para estudantes funciona através de acordos formais celebrados entre instituições de Ensino Superior. Cada universidade estabelece uma parceria com outras congéneres europeias e define, por área científica, o número de vagas disponíveis, a duração mínima e máxima da estadia e as línguas de ensino aceites. 

Para o estudante, o processo começa sempre na universidade de origem. Existem duas modalidades principais de mobilidade para estudantes: 

Student Mobility for Studies (SMS)

O SMS corresponde a um período de estudos (semestre ou ano académico completo) numa universidade parceira europeia, com duração entre 2 e 12 meses. 

As unidades curriculares frequentadas no estrangeiro são reconhecidas integralmente na instituição de origem através do «Learning Agreement», um acordo trilateral assinado pelo estudante, pela universidade de origem e pela universidade de acolhimento, antes da partida. 

Student Mobility for Traineeships (SMP)

O SMP consiste num estágio curricular ou profissional numa empresa, organização ou estúdio no estrangeiro, com duração entre 2 e 12 meses. Inclui também a modalidade para recém-diplomados, que podem realizar um estágio Erasmus+ nos 12 meses seguintes à conclusão do ciclo de estudos. 

Existe ainda a modalidade de mobilidade mista de curta duração (entre 5 e 30 dias de mobilidade física combinada com uma componente virtual), que integra os chamados «Blended Intensive Programmes» (BIP), formatos cada vez mais populares em áreas como o Design e a Comunicação, que combinam workshops presenciais intensivos com colaboração online entre universidades de vários países. 

A regra fundamental a reter é esta: cada estudante pode acumular até 12 meses de Erasmus+ por ciclo de estudos (ou seja, um ano por cada licenciatura, mestrado e doutoramento). 

Se estiveres atualmente a frequentar uma licenciatura, por exemplo, podes fazer um semestre de estudos na Alemanha e, mais tarde, um estágio de três meses em Amesterdão, tudo dentro do mesmo ciclo, desde que a soma não ultrapasse os 12 meses. Se avançares para o mestrado, a contagem é reposta, dado que se trata de um ciclo de estudos diferente. 

Como funciona a bolsa Erasmus+?

A bolsa Erasmus+ é um apoio financeiro atribuído aos participantes para ajudar a suportar parte dos custos de mobilidade internacional. 

O valor depende de: 

  • País de destino. 
  • Tipo de mobilidade (estudos ou estágio). 
  • Situação socioeconómica do estudante. 
  • Distância percorrida. 

Não se trata de uma bolsa de mérito académico, uma vez que qualquer estudante selecionado pela sua universidade recebe este apoio, independentemente da sua situação económica. 

A seleção é feita pela instituição de origem com base nos seus próprios critérios internos. 

Os valores mensais variam consoante o país de destino, encontrando-se organizados em três grupos por custo de vida, de acordo com as tabelas da Agência Nacional Erasmus+: 

Grupo 1 (custo elevado)

  • Destinos possíveis: Alemanha, França, Itália, Países Baixos, Irlanda, Suécia, entre outros. 
  • Bolsa de estudos (modalidade SMS): 450 €/mês. 
  • Bolsa de estágio (modalidade SMP): 600 €/mês. 

Grupo 2 (custo médio)

  • Destinos possíveis: Espanha, Grécia, Chéquia, Estónia, Malta, Chipre, entre outros. 
  • Bolsa de estudos (modalidade SMS): 400 €/mês. 
  • Bolsa de estágio (modalidade SMP): 550 €/mês. 

Grupo 3 (custo inferior)

  • Destinos possíveis: Polónia, Hungria, Bulgária, Roménia, Turquia, Croácia, entre outros. 
  • Bolsa de estudos (modalidade SMS): 350 €/mês. 
  • Bolsa de estágio (modalidade SMP): 500 €/mês. 

A estes valores acresce um apoio à viagem, calculado com base na distância entre a cidade de origem e a de destino. 

Por exemplo, para deslocações entre 500 km e 1999 km (o intervalo mais comum para estudantes portugueses que viajam para Espanha, França ou Itália), o apoio é de 309 € (no transporte convencional) ou de 417 € (para quem optar por meios de transporte mais sustentáveis, como comboio, autocarro ou carpooling). 

Os estudantes com menos oportunidades (designadamente, bolseiros dos Serviços de Ação Social – SAS) têm acesso a um suplemento adicional de 250 €/mês nas mobilidades mais longas, podendo acumular a bolsa nacional com a bolsa Erasmus+. 

No caso dos estudantes das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, os valores são ainda mais elevados, refletindo o estatuto de regiões ultraperiféricas. 

Nota: os valores aqui apresentados são meramente de referência e podem ser atualizados anualmente pela Agência Nacional Erasmus+. Confirma sempre os montantes definitivos com o Gabinete de Relações Internacionais da tua universidade. 

Como se processa o pagamento?

Em regra, 70% da bolsa são transferidos antes ou no início da mobilidade. Os restantes 30% são pagos após o regresso, mediante a entrega do Transcript of Records – ToR (o suplemento do qual constam as classificações de unidades curriculares frequentadas no estrangeiro), o preenchimento do relatório final no «EU Survey» e a confirmação do período de mobilidade efetivo. 

Quais são os requisitos para fazer Erasmus+?

Para te candidatares ao Programa de Mobilidade Erasmus+, é necessário cumprires três tipos de requisitos: académicos, linguísticos e administrativos. 

Requisitos académicos

Estar inscrito num ciclo de estudos (Licenciatura, Mestrado ou Doutoramento) numa instituição que detenha a Carta Erasmus+ para o Ensino Superior (ECHE). 

Ter concluído pelo menos um ano académico antes da mobilidade (não podes candidatar-te logo no primeiro semestre da licenciatura, por exemplo). 

Apresentar um desempenho académico suficientemente competitivo para efeitos de seriação, sendo que cada universidade define os seus próprios critérios internos, habitualmente combinando a tua média académica com o número de ECTS obtidos. 

Requisitos linguísticos

Comprovativo de proficiência na língua de ensino do país de destino, geralmente ao nível B1 ou B2 do Quadro Europeu Comum de Referência (QECR). Para programas lecionados em Inglês (cada vez mais comuns em escolas de Design e Tecnologia), o nível mais frequente é o B2. 

O Erasmus+ disponibiliza o «Online Linguistic Support» (OLS), uma plataforma gratuita de avaliação e formação linguística disponível para todos os participantes. 

Para cursos nas áreas criativas, muitas universidades de acolhimento exigem também a submissão de um portefólio (que, na prática, poderá ser o fator mais decisivo em toda a candidatura). 

Requisitos administrativos

  • Candidatura formalizada dentro dos prazos definidos pela universidade de origem. 
  • «Learning Agreement» assinado pelas três partes (estudante, instituição de origem e instituição de acolhimento) antes da partida. 
  • Documento de identificação válido (e visto, se aplicável). 
  • Comprovativo de seguro de saúde: o Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD) cobre a maioria dos países da UE/EEE; para destinos fora deste espaço, poderá ser necessário um seguro privado adicional. 

Que países estão disponíveis para fazer Erasmus+?

O Erasmus+ 2021–2027 abrange os 27 Estados-membros da UE, aos quais se juntam os países terceiros associados ao programa: Islândia, Liechtenstein, Noruega (países do Espaço Económico Europeu – EEE) e ainda a Macedónia do Norte, a Sérvia e a Turquia. 

Um dado importante que deves ter em conta: na sequência do «Brexit», o Reino Unido não participa neste ciclo do Erasmus+. Para mobilidades com destino ao Reino Unido, cada universidade celebra os seus próprios acordos bilaterais. 

Para além dos países totalmente associados ao programa, o Erasmus+ permite também mobilidade com países parceiros não associados, ao abrigo da International Credit Mobility (ICM), em que se incluem, entre outros: 

  • Os Estados Unidos. 
  • O Japão. 
  • A Coreia do Sul. 
  • O Brasil. 
  • A China. 
  • O México. 
  • A Austrália. 

A ICM abre possibilidades particularmente aliciantes para estudantes das áreas criativas interessados em referências culturais extraeuropeias. 

Porque é que o Erasmus+ é especialmente valioso para quem estuda áreas criativas?

Para um estudante de Design, Marketing, Comunicação ou Tecnologia, o Erasmus+ não é apenas uma linha adicional no currículo, mas também uma experiência que transforma concretamente a qualidade do trabalho que produz. Eis as razões objetivas: 

1. Referências visuais que não cabem num ecrã

A identidade visual de uma cidade, a forma como o design de comunicação se expressa nas ruas de Amesterdão ou nos museus de Viena, a tipografia de um jornal alemão… tudo isto são influências que só se absorvem por imersão. 

Expostos a novas metodologias e abordagens, os estudantes desenvolvem um pensamento crítico e criativo que será útil em qualquer profissão; a troca de ideias num ambiente multicultural é um catalisador de novas perspetivas e soluções que dificilmente emergem numa única sala de aula. 

2. Portefólio com perspetiva europeia

Um criativo que estudou em dois países tem um portefólio que conta uma história diferente: mostra capacidade de adaptação, abertura cultural e diversidade de influências, algo que as agências e empresas internacionais valorizam cada vez mais ao selecionarem candidatos para preenchimento das suas vagas. 

A experiência internacional pode contribuir para a diversificação do portefólio e para a exposição a diferentes referências culturais e metodologias de trabalho. 

3. Networking no mercado criativo europeu

A mobilidade internacional facilita a criação de redes de contacto entre estudantes, docentes e profissionais de diferentes países. O networking que se constrói durante o Erasmus+ tem um valor que não se mede em créditos ECTS, mas que cresce ao longo dos anos, alimenta projetos conjuntos e abre portas em mercados que, de outra forma, seriam difíceis de alcançar a partir de Portugal. 

4. Soft skills procuradas pelas empresas

A participação no Programa Erasmus+ demonstra capacidade de adaptação, abertura a novas experiências e iniciativa para procurar oportunidades, características especialmente valorizadas em perfis criativos que têm de trabalhar em contextos multiculturais. 

De acordo com o «Erasmus Impact Study», da CE, 92% dos empregadores procuram ativamente estas competências nos candidatos, pelo que os ex-Erasmus+ têm metade da probabilidade de virem a enfrentar desemprego prolongado face a estudantes sem experiência de mobilidade. 

5. Línguas como ferramenta criativa

Comunicar em Inglês (ou em qualquer outro idioma) numa aula de Design ou num briefing criativo é uma competência diferenciadora no mercado europeu. 

A fluência numa segunda ou terceira língua não é apenas uma mais-valia profissional, mas também uma forma diferente de pensar, nomear conceitos e construir argumentos visuais. 

O IADE tem acordos Erasmus+ com escolas de referência nas áreas criativas europeias, precisamente para garantir que os seus estudantes possam viver esta experiência num ambiente académico exigente e internacionalmente reconhecido. 

O Erasmus+ conta para o currículo e para a carreira criativa?

Sim, e os dados existentes são claros quanto a isso; segundo o «Erasmus Impact Study»: 

  • 64% dos empregadores atribuem maior responsabilidade profissional a candidatos com experiência internacional. 
  • Os ex-Erasmus+ apresentam +42% de desenvolvimento nas competências de empregabilidade, comparativamente a estudantes sem registo de mobilidade. 
  • Quase 1 em cada 10 ex-Erasmus em estágio criou a sua própria empresa após o período de mobilidade. 

No domínio criativo em particular, o Erasmus+ produz um efeito adicional difícil de quantificar, embora imediato de perceber: o portefólio enriquece-se, tornando-se mais diverso e internacional. 

Numa entrevista num estúdio de design ou numa agência de publicidade, apresentar trabalho desenvolvido em contextos culturais diferentes distingue um candidato de forma imediata e objetiva, sem precisar de mais nenhum argumento. 

Em Portugal, o contexto é igualmente favorável. Segundo dados provisórios da Agência Nacional Erasmus+, em 2024, registaram-se mais de 5000 mobilidades no setor da Educação e Formação, sendo que o objetivo nacional é triplicar o número de estudantes portugueses em mobilidade outgoing até 2027. 

A experiência Erasmus+ pode ainda ser enquadrada formalmente no Suplemento ao Diploma e, quando realizada em modalidade de estágio, pode integrar o currículo académico mediante validação da coordenação de curso, o que significa que não “perdes” tempo de formação; simplesmente ganhas o mesmo tempo com uma perspetiva diferente. 

Como faço para me candidatar ao Erasmus+, passo a passo?

O processo de candidatura ao Erasmus+ segue uma estrutura comum em Portugal, com algumas variações entre instituições de Ensino Superior. Aqui tens o percurso completo, do momento em que começas a pensar no assunto ao teu regresso. 

1. Informa-te sobre as parcerias disponíveis na tua área científica

Consulta o Portal do Estudante ou o Gabinete de Relações Internacionais da tua universidade. Cada instituição publica a lista de acordos ativos por área científica, com indicação das vagas disponíveis, da língua de ensino e dos requisitos específicos de cada destino. 

2. Participa nas sessões de esclarecimento

A maior parte das universidades organiza sessões informativas antes dos períodos de candidatura, frequentemente com testemunhos de ex-Erasmus. É a melhor forma de esclareceres dúvidas práticas e perceberes qual é o destino mais adequado aos teus perfil e objetivos. 

3. Verifica os requisitos académicos

Confirma a tua média, o número de ECTS concluídos e o ano em que estás. Fala com o teu Coordenador de Curso para perceberes quais as unidades curriculares compatíveis com os programas dos destinos que te interessam. 

4. Define as tuas opções de destino (1.ª, 2.ª e 3.ª preferência)

Pesquisa cada escola com atenção; não te foques só no país. Consulta os planos curriculares, os projetos finais dos estudantes e a composição do corpo docente. 

Para áreas criativas, o ambiente do estúdio e a filosofia de projeto importam tanto quanto a localização. 

5. Submete a candidatura dentro do prazo

Existem habitualmente duas fases: 

  • A primeira, entre fevereiro e março, para mobilidades no ano letivo seguinte. 
  • A segunda, entre setembro e outubro, para as vagas remanescentes do 2.º semestre. 

Verifica sempre as datas específicas da tua universidade. 

6. Prepara os teus portefólio, CV e carta de motivação

Para as áreas de Design, Comunicação e Tecnologia Criativa, muitas universidades de acolhimento exigem estes documentos. Mesmo quando não são obrigatórios, submetê-los com qualidade reforça significativamente a tua candidatura. 

7. Aguarda a seriação e a nomeação pela tua universidade

A seleção é feita pela instituição de origem com base nos critérios internos definidos (habitualmente, na média académica e nos ECTS obtidos). Após a nomeação, a universidade de destino procede à tua aceitação formal. 

8. Faz o teste OLS e trata de toda a documentação necessária

Realiza a avaliação linguística no Online Linguistic Support, assina o «Learning Agreement», trata do visto (se aplicável), do CESD e do alojamento com a maior antecedência possível (especialmente em cidades como Milão, Amesterdão ou Berlim, onde a procura é elevada). 

9. Parte e documenta tudo

Guarda todos os teus trabalhos, colaborações, projetos e contactos. O que produzires durante a mobilidade é material de portefólio real e, muitas vezes, o melhor que terás para mostrar no início da tua carreira. 

10. No regresso, formaliza o reconhecimento académico

Entrega o ToR, preenche o relatório final no «EU Survey» e formaliza o pedido de creditação junto da tua universidade de origem. Só depois de receberes a confirmação deste processo é que a segunda tranche da bolsa (30%) é transferida. 

Em suma

O Erasmus+ é um programa europeu que permite aos estudantes realizar períodos de estudo ou estágio noutro país com apoio financeiro e reconhecimento académico. 

Para além da experiência internacional, a mobilidade pode contribuir para o desenvolvimento de competências linguísticas, interculturais e profissionais valorizadas em diferentes setores. 

Antes de te candidatares, consulta os acordos disponíveis na tua instituição, verifica os requisitos aplicáveis ao teu curso e confirma os prazos definidos pelo respetivo gabinete de relações internacionais.  

O IADE dispõe de programas de mobilidade internacional ativos para as suas três grandes áreas de conhecimento. Se és estudante de Design e Artes Visuais, de Marketing e Comunicação ou de Tecnologias e Engenharia, fala com o Gabinete de Relações Internacionais (International Office) da instituição para saberes quais os destinos disponíveis para o teu curso e ano académico.

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O que mais deves saber sobre o Erasmus+

Posso fazer Erasmus mais do que uma vez?

Sim. Cada estudante pode acumular até 12 meses de mobilidade por ciclo de estudos (licenciatura, mestrado ou doutoramento).

É possível fazer Erasmus sem bolsa?

Sim. Algumas instituições permitem a participação como estudante Erasmus sem financiamento, mantendo os restantes benefícios académicos.

As notas obtidas no estrangeiro contam para a média final?

Sim. As classificações são reconhecidas pela instituição de origem de acordo com as regras de equivalência definidas no Learning Agreement.

Posso trabalhar enquanto faço Erasmus?

Depende da legislação do país de acolhimento e da carga horária do curso ou estágio. Em muitos destinos europeus é possível conciliar estudos e trabalho a tempo parcial.

O Erasmus é apenas para universidades?

Não. O programa Erasmus+ inclui também ações destinadas ao ensino profissional, juventude, formação de adultos, desporto e intercâmbios internacionais.

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