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Carlos Rosa em entrevista: Designando

Carlos Rosa, Diretor do IADE - Faculdade de Design, Tecnologia e Comunicação da Universidade Europeia, em entrevista à Espiral do Tempo, fala sobre design e sobre a influência que o design e os designers têm nas nossas vidas — e como o fazem, tantas vezes, muito para além daquilo de que nos apercebemos.
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Carlos Rosa em entrevista: Designando

11 dezembro 2019

Carlos Rosa, Diretor do IADE - Faculdade de Design, Tecnologia e Comunicação da Universidade Europeia, em entrevista à Espiral do Tempo, fala sobre design e sobre a influência que o design e os designers têm nas nossas vidas — e como o fazem, tantas vezes, muito para além daquilo de que nos apercebemos.

Citando a Espiral do Tempo,

A fronteira de que estava a falar entre arte e design tem que ver com a existência ou não de função no objeto em causa, certo?
A arte acaba por ser uma coisa muito virada para dentro, enquanto o design é mais virado para fora. Gosto de dizer, em tom de provocação, que o design resolve os problemas do mundo, enquanto a arte resolve os problemas do artista. Agora, o objeto tem de ser funcional, mas tem de ter um elemento de beleza. É algo que os designers não gostam de dizer, mas é verdade. Quando, nas aulas, fazemos um projeto de embalagem, costumo dizer que a função da embalagem é conter o produto e manter as suas propriedades. O design ajuda a isso, mas também deve ajudar a que quando o consumidor circula no corredor do supermercado, por exemplo, escolha a embalagem mais apelativa que lá estiver.
Mas aquilo que o designer trabalha é fruto da sua cultura, do ensino a que esteve sujeito e do seu gosto, que é um gosto cultivado e educado. Os seus critérios de beleza não são necessariamente os daqueles a quem o produto se destina.

Como é que o designer resolve este desafio?
Não sabemos (risos). Todo o tipo de produto físico ou visual que pomos na rua é fruto de várias coisas que não se ensinam nas escolas. Feliz ou infelizmente, é a soma de várias variáveis. 
Aquela a que todos temos acesso é a variável da sala de aula.
Depois, o que vai ditar as minhas opções é o background cultural. Se for árabe, tenho uma dimensão visual e artística diferente daquela que tenho se for do Alasca; a vida de um indivíduo que esteja em contexto rural é totalmente diferente da de quem viveu sempre em contexto urbano.

Veja a entrevista completa aqui (pags. 20 a 27) »

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