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Comunicados de Imprensa

20 de dez de 2016 11:51:33

Alunos do IADE resolvem problemas em zonas carenciadas de Lisboa


Projeto L3 baseia-se na aprendizagem ativa para incentivar os jovens a terem uma consciência mais sustentável do meio que os rodeia

 

Lisboa, 27 de junho de 2016 - É um projeto pioneiro em Portugal que tem como objetivo inovar o ensino superior, tirando os estudantes de dentro das salas de aula e levando-os até ao contexto real. Com co-coordenação científica e pedagógica do IADE – Creative University, o L3 – Lisboa Laboratório Comum de Aprendizagem é, assim, uma iniciativa que utiliza metodologias inovadoras de aprendizagem ativa para resolver problemas de comunidades vulneráveis. O projeto tem como parceiros o Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa, através do Centro de Estudos em Inovação, Tecnologia e Políticas de Desenvolvimento - IN+, e a Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, através do Instituto de História Contemporânea- IHC, e é financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian. 

Hoje, 27 de junho, está agendada a segunda sessão de apresentação dos projetos que têm vindo a ser trabalhados desde fevereiro – segundo semestre do ano letivo 2015/2016 – pelos estudantes de licenciatura e de mestrado de Fotografia e Design do IADE, em articulação com os seus colegas universitários. O evento acontece no bairro do Rego no espaço da Plataforma de Apoio aos Refugiados, entre as 16h00 e as 21h00, e tem entrada gratuita. Este momento permite, ainda, analisar e debater, entre todos os stakeholders, a materialização das soluções relevantes para as comunidades vulneráveis e a evolução do projeto. Após a apresentação, os coordenadores da iniciativa por parte das instituições de ensino e as comunidades envolvidas escolhem os trabalhos que devem ser implementados até dezembro. 

Numa altura em que se discute a intensificação da desigualdade e a crescente diversidade sociocultural, o L3 prevê a instalação de laboratórios experimentais de aprendizagem colaborativa e mútua onde os jovens e os habitantes das comunidades de Lisboa podem cruzar conhecimento científico e leigo. O propósito é assim o de criar soluções inovadoras e sustentáveis que melhorem a qualidade de vida das comunidades vulneráveis, através do empreendedorismo social. O projeto abrange competências na área do design, da engenharia e das ciências sociais e humanas. 

A iniciativa está dividida em três fases que envolvem mais de 150 estudantes das três instituições de ensino parceiras. A primeira decorreu de setembro a dezembro de 2015 e abrangeu uma pesquisa histórica e dos recursos físicos e humanos das comunidades em estudo; a segunda fase aconteceu entre fevereiro e junho e visou, como principal exercício, a conceção dos projetos, tendo por base fundamental a pesquisa feita no semestre anterior; e a terceira parte vai desenvolver-se até dezembro deste ano, altura em que se pretende garantir, dentro do espaço possível, a implementação dos projetos mais significativos, através de trabalhos eletromecânicos, impressões 3D, audiovisuais e multimédia, entre outros. Para a iniciativa foram consideradas experiências e inspirações no plano internacional, incluindo do University College London (Reino Unido), da Delft University of Technology (Holanda), da University of Hong Kong e da University of Arizona (E.U.A).


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