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#CreatingCreators  

28/09/2020

A dois tempos: Será tempo de politizar as marcas?


Destilar o conceito de marca à felicidade do consumidor (ver texto anterior) é um argumento que encaixa numa visão mais ampla, e positiva, daquele que é o propósito último da economia. 

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Uma visão que assume o crescimento económico enquanto precursor de bem-estar individual e social, não como um fim em si mesmo. A ideia de marca positiva não se trata, portanto, de uma utopia — nunca é de mais sublinhar —, nem tão pouco de uma perspectiva contrária à premissa genérica que sustenta o controverso sistema capitalista. É, até, quanto a mim, a interpretação mais legítima da lógica proposta por Adam Smith. É verdade que o filósofo escocês, pai da economia moderna, sugeriu que o bem comum — traduzido em crescimento, inovação e todos os confortos proporcionados pelo mercado — resulta do interesse próprio de cada agente económico — a procura individual do lucro —, não de uma qualquer benevolência altruísta ou de uma qualquer força humanista ao leme do mercado. 

Excerto do artigo de opinião de João Campos, professor no IADE. O artigo original pode ser encontrado aqui.

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